• 14
    set
    Segunda gravidez e a luta pelo parto humanizado.

    Ola mamães e papais

    Estou postando pouco pois ando na correria com a gravidez e minha pimpolha.

    Antes de mais nada vou contar pra vocês como anda a gestação, estou de 24 semanas (6 meses). O enjoo demorou a dar sumiço, foi embora de verdade no começo do quinto mês. Os exames de ultra deram todos normais. A Alanis está amando a vinda da irmã, chama a Nalu, pega as roupinhas, cheira, uma fofura só.

    Bom vamos ao parto. Não tem como falar do parto que está por vir sem mencionar o modo que a Alanis nasceu..

    Acho que já mencionei aqui no blog que a Alanis nasceu prematura de oito meses devido a bolça rota, na época que estava grávida dela a médica que me acompanhava já havia dado vários motivos pra ser cesárea, hoje muito mais informada vejo que nenhum deles era motivo mesmo, apenas desculpa. Cheguei na maternidade com a bolsa rota e sem dores mas sentia uma vontade fraca de fazer força, fui pra sala de triagem e o médico de plantão (em casa eu liguei pra minha médica pra ela fazer meu parto mas ela alegou que não poderia por motivos pessoais) avaliou o colo do útero e falou que estava completamente fechado, o coração da Alanis ele ouviu com um aparelho que somente ele ouvia (terror psicológico), bebe pélvica. E fomos pra sala de cirurgia. Eu estava muito nervosa e todo aquele clima de cirurgia me deixou em panico, para a anestesia eu tive que ficar com a cabeça quase na barriga, posição hiper desconfortável, ficar com os braços amarrados me deixou com a sensação de claustrofobia pois mesmo que eu quisesse não poderia sair dali. A cesárea foi super rápida, a Alanis nasceu chorando bastante mas com o pulmão imaturo e precisou ficar na UTI Neo.

    A sensação que eu tenho até hoje é que muita coisa poderia ser diferente e melhor informada. Como me traumatizei muito com a cesárea logo depois da Alanis nascer eu fui atrás de como era um parto normal após cesárea e me deparei com o parto humanizado com uma doula. De lá pra cá venho estudado bastante sobre isso. Antes de engravidar da Nalu fui atrás de uma pá de médicos para fazer os exames necessários para engravidar saudável.  Como eu tive diabetes gestacional na gravidez da Alanis, estou fazendo dieta de baixo índice glicêmico desde antes de engravidar, faço controle com glicosímetro diariamente e regularmente no laboratório, até agora tudo bem. Minha pressão aumenta em consultório por causa da ansiedade mas em casa é bem normal. Passei por um cardiologista e ele disse que está tudo ok. Com tudo controlado meu tão sonhado parto natural ficou mais perto. Conheci uma equipe de parto humanizado maravilhosa chama AMA NASCER, com esse grupo aprendi muita coisa e me veio uma vontade muito grande de fazer o parto em casa mas isso vai ser uma decisão que será tomada mais pra frente. Para ajudar nesse parto além da dieta estou fazendo alguns exercícios, hidroginástica e Yoga e recomendo muito. A hidro ajuda na circulação e gasta calorias, o Yoga equilibra corpo e mente e trabalha bastante o assoalho pélvico. Estou fazendo o impossível para me manter longe do diabetes gestacional e da pré-eclampsia e por consequência passar longe de uma cesárea também.

    E é isso por enquanto, vou mantendo vocês informados.

    Beijinhos

  • 29
    jul
    Hidratantes para Gestantes

    Olá mamis e papis

    Hoje vou mostrar pra vocês os hidratantes que tenho usado nesta gestação. Mas primeiro vou contar como anda as coisas por aqui, estou com 17 semanas de gestação, os enjoos ainda dão as caras por aqui, cada vez menos frequentes.  Já sinto a Nalu mexer e chutar mas ainda não dá de sentir fora da barriga.  A barriga já aparece mas quem não me conhece pode achar que não é gravidez e sim desleixo. A Alanis tem aceitado muito bem a irmã por enquanto. Acho que é isso, vamos aos hidratantes.

    O primeiro hidratante que comprei nesta gravidez foi o óleo vegetal Mamie Bella do O Boticário.

     

    O cheirinho é suave, textura leve, fácil de espalhar e não mela. A tampa é de rosca, o que incomoda um pouco na hora de fechar pois estamos com a mão melada de óleo. Pode ser usado nos seios (evite a auréola). R$ 41,99 no site do O Boticário.

    Dos óleos que eu usei esse foi o que mais me agradou, pena que enjoei do cheiro. Aliás uma dica que dou é não comprar mais de uma embalagem de hidratante pois você corre um sério risco de enjoar do cheiro do produto. Isso aconteceu comigo na gestação da Alanis, eu comprei dois frascos de óleo Mamãe e Bebe e não consegui nem usar a metade de um.

    Outro óleo que achei foi o Maternité da Payot.

     

    Este óleo tem um cheiro um pouco mais forte e marcante, mas bem agradável. A tampa é flip top. Contém óleo de algodão,  a textura é um pouco grossa. R$ 24,90.

    Como eu tive muita estria na grávidez da Alanis eu resolvi somar hidratantes com os óleos. Passo os óleos no chuveiro ainda e saindo do banho passo o hidratante.

    Em casa uso o Mama Bee

     

    Textura

     

    É uma manteiga, muito fácil de espalhar, hidrata mesmo. Contém vitamina E, aroma muito suave, quase inexistente. Consegui encontrar na minha cidade mas geralmente se encontra em sites de produtos importados. R$80,00.

     

    E também uso o Bepantol Mamy na academia.

     

     

    Hidratante de textura leve, aroma suave, mas na minha pele após algumas horas fica um cheiro de óleo. A grande sacada deste produto é a embalagem Pump. R$59,90.

     

     

    Por enquanto foram estes os produtos que testei.

    Vou atualizando o blog conforme as novidades.

    Beijos

     

  • 15
    jul
    Documentário Com Licença

    Lembram do Documentário Com Licença que eu vim pedir ajuda NESTE post?

    Então, já tem data prevista para a estréia!!! Junho de 2015!! O document’rio já tem 50% das filmagens realizadas.

    A superação da meta em 121% dos R$75 mil propostos inicialmente evidenciou a importância da discussão sobre o equilíbrio entre maternidade e carreira. Não só isso, mas o projeto superou 560 benfeitores só nesta primeira fase.

    Outros números atualizados desta fase incluem:

    • 2.8 mil pessoas falando sobre o assunto no Facebook agora
    • A página do documentário tem mais de 2.3 mil likes no site
    • Mais de 9.1 mil compartilhamentos no Facebook
    • O trailer do filme tem, até o momento, 14.281 likes em sua página no Youtube, além de 247 curtidas

    O filme já conta com o apoio institucional da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro, apoiando não – financeiramente. Órgãos como OIT, ONU Mulheres e UNICEF também deverão ser entrevistados.

     

    Gostaria de lembrar que antes de conseguirem levantar fundos, as filmagens foram feitas com recursos dos próprios diretores. O financiamento coletivo foi fundamental para a continuação do filme. Agora, vamos acompanhar a evolução da Lei Rouanet, onde o filme foi inscrito sob o artigo 18.

     

    Que venha junho de 2015!!!

     

     

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