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  • 05
    fev
    Criação com Apego
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    Sim, eu crio a Alanis com o máximo de apego possível, não deixo ficar chorando sem saber o motivo, ela dorme com nós na mesma cama, a carrego comigo o tempo todo, brinco, ensino, explico. Criar com apego não quer dizer passar a mão na cabeça da criança pra tudo, é saber dar limites, é estar presente, mesmo que não possa estar 24h com a criança mas estar presente 100% quando estiver com ela. É não deixar chorando no berço, nossa como eu ouvi nessa vida “deixar chorar um pouco ajuda abrir os pulmões”.  Abrir os pulmões?????  Oi? Não, deixar minha filha chorando sozinha num quarto só vai fazer pensar que não pode confiar nos pais. Alias como eu ouvi “sugestões” de como eu deveria cuidar e educar a Alanis. Nossa parece que quando você tem um filho você, sua vida familiar e principalmente seu filho viram domínio publico, todos acham que tem direito de se intrometer um pouquinho. Criar com apego é preparar a criança pro futuro, não um futuro horrível e negro que a criança precisara se defender o tempo todo, mas um futuro realista tão bom quanto às vezes ruim também.

    Quando engravidei um dos primeiros livros que eu comprei foi o Encantadoras de bebês. La pela metade do livro comecei a me perguntar, será que todos os bebes se enquadram nessas descrições? Não existe nenhuma exceção? Pois bem, não trouxe nenhuma dica desse livro pra minha vida, criamos a Alanis como o coração mandou como ela necessitava no momento, com respeito às necessidades dela.

    Encontrei no blog Cientista que virou mãe um texto que fala muito bem da criação com apego. Segue um trechinho:

    se você continuar a linha de raciocínio de que a criação com vínculo não subentende regras porque regras são para pessoas iguais e as crianças são seres muito diferentes, vai entender o porque de muitos profissionais se dizerem contra: porque a pediatria hegemônica e algumas teorias psicológicas de desenvolvimento infantil atuais, aquelas que são praticadas em grande parte dos consultórios médicos ou psicológicos, e que também são ensinadas em muitos cursos de medicina, é aquela que vê a criança como um sistema que deve se comportar de determinada maneira. E, ao mesmo tempo, vê todas as crianças como IGUAIS. Nessa lógica, portanto, TODAS AS CRIANÇAS DEVERIAM SE COMPORTAR DA MESMA MANEIRA – ou estabeleceriam os mesmos comportamentos ou problemas frente às mesmas situações.
    Então, todas devem ser desmamadas pra não “mal acostumar”
    Então, todas devem começar a comer outros alimentos aos 6 meses.
    Então, todas devem andar pouco antes ou por volta dos 12 meses.
    Então, todas devem falar aos 2 anos.
    Então, todas devem dormir noites inteiras.
    Então, todas devem ser afastadas da mãe pra criar independência (que mundo é esse que quer que crianças sejam independentes aos 12, 24 meses? Ah sim, o mundo mecanicista).
    E todas aquelas que não se comportarem assim, de duas uma: ou estão com problemas, ou os pais estão fazendo coisa errada. “Ai ai ai, mãezinha, amamentando à noite? Um bebezão desse tamanhão, quase um garoto grande, de 6 meses de idade, mãezinha? É por isso que ele não dorme à noite, porque quer o peito. Tira logo esse peito dele, complementa com leite artificial e problema resolvido”.
    “Ai, ai, dormindo com o papai e com a mamãe? Assim a criança terá problemas psíquicos e atraso no desenvolvimento…”. Quero sugestões de todas as publicações científicas que atestam isso. Sim, quero que me indiquem as evidências comprobatórias dessas afirmações.
    Mas, ainda que os profissionais não as conheçam, isso tudo é afirmado aos montes nos consultórios e salas de atendimento.
    Estou mentindo?
    Quantas já ouviram isso?
    Muitas aceitam.
    Por que?
    Porque:
    1) Querem o melhor para o filho e acham que, se um profissional que supostamente devia saber tudo sobre filhos – ainda que muitos nem sequer os tenham – sugere isso, então é ele quem está certo, não ela mesma ou a sua intuição; e/ou
    2) Porque ainda não se apoderaram da sua plenitude como mães, porque não se viram ainda como VERDADEIRAS DETENTORAS da capacidade própria de escolha; e/ou
    3) Porque estão inseguras, porque ouvem muitos conselhos, muitos que não foram sequer pedidos, porque estão pressionadas pela família e não sabem a quem dar ouvidos; e/ou
    4) Porque não se envolveram ativamente na busca por informações. Porque, do contrário, saberiam que, nesse caso específico, um médico que sugere um desmame aos 6 meses de idade está indo contra as próprias recomendações da Organização Mundial de Saúde. Saberiam que muitas crianças amamentadas dormem a noite inteira desde que nasceram, assim como muitas acordam inúmeras vezes à noite, e o mesmo vale para as que tomam mamadeira: porque as crianças são diferentes, and… here we go again! E se as crianças são diferentes, não há como esperar o mesmo de todas.
    ”  Blog Cientista que virou mãe 

    Criação com apego faz bem, tanto para mãe e mais ainda para o bebe, que se sente protegido, acalentado.

    Mamães criem com apego, a criança vai ter a vida inteiro pra ser independente mas é nesse primeiro momento de vida que ela precisa ser dependente da mãe para fortalecer seu emocional.

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